Tem dias que me bate uma vontade de escrever. Sobre o que? Não sei. Só quero escrever. Não importa se alguém vai ler. Não interessa se vão gostar. Só quero escrever. É uma sensação estranha, me sinto sufocado. Vejo o tempo passar. Ouço as músicas tocarem. E eu aqui ainda, pensando sobre alguma coisa interessante para falar. Mas nada. Em minha mente as ideias se cruzam, batem e nenhuma tem a coragem de se pronunciar. Parece que a preguiça já tomou conta da minha cabeça também. Era só o que faltava.
O relógio não é mais somente o dono do tempo, e sim, também, o dono das pessoas.
Nos intervalos entre um texto e outro meu, vou postar algumas coisas que eu julgar interessante, para quem me visitar não perder viagem. Melhor, né?
Tem um blog que eu gosto bastante. Sempre atualizado, com conteúdo próprio, e que tem milhares de acessos e mais de 800 seguidores. Na verdade me inspirei bastante lá para escrever para o meu. Espero conseguir chegar nesse patamar um dia. O texto abaixo, "pra que tanta pressa?", foi retirado de lá.
Que as mulheres são complicadas ninguém duvida. Por isso temos de pensar milhões de vezes em como agir ou falar quando estamos em contato com elas. A crônica a seguir, enviada pela fiel leitora JéssycaMonique, representa bem essa realidade.
Bom dia meu povo. Estou com um sono bravo hoje. Mas resolvi escrever alguma coisa logo cedo para postar neste super 'Brog', pode ser que depois não dê tempo. Vou até pegar um café ali para ver se me inspiro mais, e para ver se o sono não me atrapalha. Esperem aí...
2 min depois...
Pronto, voltei. O café está bonzinho. Queeente, acho que foi feito no fogo, só pode.
Bom, vamos ao que interessa. Decidi escrever algo mais ‘sério’ hoje. Sei lá, estava com medo de alguém pensar coisas erradas a meu respeito. Para falar a verdade eu sou um cara muito sério, não fico de brincadeiras nem falo besteiras. Só neste ‘Brog’ mesmo. Então, para cativar meus leitores com coisas mais interessantes do que as minhas histórias, vou falar de outros assuntos.
Quem não gosta de música? É difícil encontrar alguém que não goste, né? A minha mãe é a única que eu conheço (coitada, tem que aturar o filho dela cantando quase todo dia). Se bem que seria melhor se as pessoas gostassem de coisas melhores do que as que circulam hoje em dia. Mas não quero entrar no mérito desta questão, pelo menos por hora. Até porque o que é bom para mim, pode não ser para o outro. Claro, ele não sabe o que é bom!
O que eu quero falar (escrever) é da importância da música na história e como, ao longo dos anos, os sistemas de gravação e reprodução de músicas evoluíram.
Ufa, conseguir chegar ao final do dia vivo, foi difícil, mas com a ajuda de Deus consegui. Vocês já devem estar se habituando a esta minha rotina. Quando chega quarta-feira já aperto a cinta porque sei que o negócio não vai ser fácil. Eu batizei a quinta-feira de “cão-feira”, meu amigo e repórter fala que é dia de “Isaurar”. Mas, acho que com o passar do tempo, tudo se acerta. A cada semana sinto que o peso nas costas é menor, apesar das cobranças nunca cessarem.
Ontem ia fazer uma publicação bem legal neste ‘Brog’, só que o destino não quis assim. Minha amiga, de moto, fez o favor de acertar um cachorro enquanto este ‘nhãnhava’ pela rua. Não me perguntem o que aconteceu com ele ou com sua parceira, não faço a mínima ideia. Garanto que se algum filhotinho nascer, vai ser a coisa mais feia do mundo. Já pensou na cara de assustado que vai ter?
Sei que a motociclista vai guardar este dia para sempre. Ralou um bocado e ainda deslocou o joelho. (Outra hora crônico sobre esse episódio, acho que vai render).
Bom, por conta disso passei a tarde no hospital e acabei por não fazer nada. Nem escrevi para o ‘Brog’, nem adiantei o fechamento do jornal. Agora estou ouvindo Fábio Jr e fazendo uma postagem mixuruca só para, mais uma vez, não passar em branco. Espero que não se chateiem.
Ah, meu irmão acabou de chegar em casa. Veio de longe. Recebi a sua ligação agora, me convidando para tomar café. Uma grande ideia! Ainda mais para quem não almoçou. Tá que não posso culpar o tempo por ter passado rápido demais ou o trabalho ser muito grande. Sei que minha preguiça me atrapalhou bastante, afinal andar 5m para comer minha marmita não custava nada. O bom é que a janta já está garantida.
Não sei se com todo mundo é assim. Mas eu tenho um problema sério em minha vida.
Meias...
Pode parecer frescura, no entanto, isso tira a paz de qualquer um. Todo dia a mesma labuta. Acordo, me arrumo todo. Chega na hora de calçar os sapatos, cadê as meias? Não sei... E nem adianta procurar.
Sabe o que é mais incrível? Se eu compro o par, uso o par, como desaparecem? Encontrei uma explicação.
Acho que uma meia é mulher, a outra é homem. E depois de algum tempo de casados, começam a brigar. Não querem mais andar juntos. O homem sai nas madrugadas e esquece de voltar para casa no outro dia. Aí, quem paga o pato, é o dono do casalzinho brigão.
Por conta disso já usei muito par trocado... Meu pai, quanto já riram de mim. A sorte sabe qual é? Ser daltônico. É, isso mesmo. Às vezes temos que usar nossos problemas em nosso benefício. A coisa mais simples que tem para um daltônico é confundir cores. Então se aparecer com uma meia azul e outra rosa, é só dar a desculpa. “São diferentes? Poxa, nem sabia. Jurei que fossem da mesma cor”.
Hoje mesmo não tive opção. Vim para o trabalho com meias diferentes, mas ambas são da mesma cor: cinza (pelo menos eu acho). Mas não quero ninguém no meu pé para ter certeza se são mesmo. Semana passada usei meu meião de jogar bola para trabalhar. “Nossa Joab, ta de meião?”, perguntaram. “Um bom jogador sempre tem que estar pronto, vai que o técnico me escala de última hora, né?”, respondi.
Meia é um negócio complicado mesmo. Quanto mais você compra, mais você tem que comprar. Não tem jeito. Além de sumir como que em passe de mágica, as que ficam sempre apresentam ótimas condições. Garanto que todo mundo já usou alguma apertando o sangue da canela. Eu até pegava uns barbantes para amarrar na perna.
Lembro do meu tempo de escola. Aula de Educação Física. Todo mundo animado e tal. “Vamos, todo mundo em fila. Quero saber a altura e o peso de vocês”, diz a professora. Eu lá, animado, nem lembrava das minhas meias. Chega minha vez, tiro o tênis. Mal tenho tempo de me levantar, todo mundo já está rindo. Olho para os meus pés... Aí vem o desespero.
Olha só a minha situação. Estou com uma meia social do meu pai. Um lado preto, o outro azul. (Só depois que fui perceber). Na verdade acho que nem dava para chamar aquilo de meia. Estava mais para peneira... Meu dedão respirava livre. Meu calcanhar folgado, sem nada apertando ele. A professora, muito legal, esboça um risinho sarcástico. Meus amigos, tão legais, escondem meu tênis. E eu, muito forte, corro para o banheiro e desabo a chorar.
Com uma pequena ajuda, pequena mesmo, consegui ativar um dispositivo de som neste super “Brog”. (Na verdade não tinha a mínima ideia de como fazer isso).
Hoje, 15 de outubro, é comemorado o dia de um dos profissionais mais importantes da nossa vida. É com a ajuda dele que descobrimos o mundo, exploramos o conhecimento e alçamos voos rumo ao infinito (tenho a impressão de que já li isso em algum lugar). Com eles, nossos sonhos tornam-se possíveis.
Estou meio sem tempo agora, tenho apenas 5 min para escrever algo especial o bastante para quem merece toda a minha admiração.
Uma noite qualquer. Estou em casa a pensar no que fazer para suprir a carência de alimentos em que meu corpo se encontra. Na verdade nem consigo pensar direito. A fome não deixa. Na verdade não é a fome que não deixa, é o barulho dela. Na verdade não é o barulho dela, é o ‘wrharrrum’ que a minha barriga faz. Na verdade não é a minha barriga que faz, são as minhas lombrigas (tenho uma criação delas). Bom, na verdade, de verdade, tem pouca verdade nisso tudo que escrevi aí, mas, quem se importa? Em casa tem uma máquina de fazer pão. A bichinha é esperta, faz sei lá quantos tipos de pães, tortas e demais parentes masseiros. Lembro que meu pai falou que não tinha erro. Era só colocar todos os ingredientes, programar e deixar ela trabalhar. O mais bacana é que já vem dezenas de receitas num livrinho. Lá ensina a fazer tudo, até criança acerta.
Olhei, olhei e decide fazer essa aí:
Torta Salgada (ciclo rápido)
Ingredientes
2 copos de leite
¾ copo de óleo
3 ovos
3 colheres (sopa) parmesão ralado
1 colher (chá) sal
2 copos de farinha de trigo
1 colher (sopa) fermento
Recheio
Modo de preparo
Retirar a forma de assar de dentro da Panificadora.
Adicionar todos os ingredientes na ordem acima reservando o recheio.
Recolocar a forma de assar na Panificadora.
Escolher o Ciclo: pressionar o botão OPÇÕES: 4 (rápido)
Selecionar o tamanho do pão: pressionar em QUANTIDADE DA MASSA e escolher a opção I
Escolher a cor da casca do pão: pressionar o botão COR e escolher as opções: clara, média e escura.
Fechar a tampa.
Pressionar o botão INICIAR/PARAR.
Pois é, quem sabe se eu fosse criança eu acertaria, porque o resultado foi trágico (nem assiste ‘Todo Mundo Odeia o Chris’ este garoto). Acho que sou o melhor do melhor do mundo em transformar o simples em impossível.
Ficou bem bonito né? Pão? Torta? Não sei. Só sei que nem minhas gatinhas comeram.