terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Quando a idade chega...

 
Se tem uma coisa que eu posso dizer com toda a certeza é: quando a idade chega, a gente fica velho. Hahaha. Brincadeiras à parte, afirmo que, para muitos - incluindo eu -, a idade nem precisa chegar tanto para que as coisas comecem a ficar diferentes.

Sou um rapaz jovem, mas confesso que tem vezes em que eu pareço mais um velho senhor. Se bem que tem muitos velhos senhores por aí muito mais dispostos e em forma do que eu. Culpa da minha vida sedentária, talvez.
Bom, hoje me encontro em pedaços. Com ânimo para nada. Mal posso respirar sem que meu peito e costelas doam de uma forma bastante aguda. Minhas costas têm mais pontos de tensão do que o oriente médio. Meu pescoço está mais duro que... que... que... que pescoço de galinha! E minha coluna faz um ‘crec’ a cada passo que dou.

Acordei, levantei os braços, mexi o joelho, virei o pescoço… Tudo fez “crec”… Conclusão: Não estou velho. Estou crocante.”


Atualmente não tenho praticado nenhuma atividade física, a não ser a caminhada até o carro e o agachamento que realizo ao sentar. Tem vezes que até me espreguiçar se torna uma tarefa delicada. E para completar estou com uns quilinhos a mais.
No primeiro dia do ano inventei de brincar com umas crianças no açude. Aiai... Pra que? Na hora não pensamos nas consequências, mas depois sofremos – e muito – com elas...

Arremesso de crianças. Pega a criança e joga o mais longe que puder.

Briga de galo. A brincadeira mais comum em águas.