Revista Superinteressante 330 JAN/2017
sábado, 29 de julho de 2017
sábado, 1 de abril de 2017
#LQL - A Metamorfose
A Metamorfose (Die Verwandlung em alemão) é uma novela escrita por Franz Kafka, publicada pela primeira vez em 1015.
Veio a ser o texto mais conhecido, estudado e citado da obra de Kafka. Apesar de ter sido publicada em 1915, foi escrita em novembro de 1912 e concluída em vinte dias.
Em 7 de dezembro de 1912, Kafka escrevia à sua noiva, Felice Bauer: "Minha pequena história está terminada".
Enredo
Nesta obra de Kafka, ele descreve uma caixeiro viajante que abandona suas vontades e desejos para sustentar a família e pagar a dívida dos pais, tendo o nome de Gregor Samsa. Numa certa manhã, Gregor acorda metamorfoseado em um inseto monstruoso. Kafka descreve este inseto como algo parecido com uma barata gigante. Nos primeiros momentos, o livro descreve as dificuldades iniciais de Gregor na nova forma. Uma ironia presente neste trecho do livro é que Gregor não se preocupa com sua transformação, mas sim como está atrasado para o trabalho.
Quando Gregor, após muita dificuldade, consegue abrir a porta, todos se assustam, seu pai, sua mãe, inclusive o gerente que sai correndo. O Sr. Samsa avança contra ele, forçando-o a entrar de volta no quarto. Após esse episódio, Gregor é demitido, sua família o rejeita e sua única companhia é ele mesmo. Apenas em alguns momentos, a irmã mostra certa compaixão por ele.
No decorrer da história, o autor narra as angústias de Gregor, que sem conseguir fazer nada, ouve sua família discutindo entre si como se sustentar, já que sua única renda havia ido embora. Nisso, Grégor sente uma forte angústia por não poder fazer nada, nem opinar sobre o que fazer. Nesses tempos, Grete vê os rastros de Grégor nas paredes e no teto de seu quarto, então percebe que Grégor tem falta de espaço, assim, ela e sua mãe vão tirar os móveis do quarto dele. O problema é que o inseto foge do quarto, mas ao sair, se depara com seu pai que o ataca com maçãs, e uma delas penetra em suas costas, causando tanta dor que o faz desmaiar.
No final das contas os Samsa, (sem contar com a opinião de Gregor, claro) decidem alugar um quarto para ter alguma fonte de renda. O quarto é alugado por três inquilinos, que vivem na casa por um tempo. Em um certo dia, Ana esquece uma fresta da porta, que ligava a sala ao quarto de Grégor, aberta. Na hora da jantar, Grete tocava seu violino para os inquilinos. Grégor, do seu quarto, ouve e fica tão encantado com o som que segue em direção à sala de jantar. Nos primeiros momentos, ninguém o percebe, mas após alguns segundos um dos inquilinos o vê e grita. Sr. Samsa tenta afastar os inquilinos de modo que não vejam o inseto e ao mesmo tempo fazer com que a criatura volte para o seu quarto. Depois desse incidente, Grete, a única que ainda via Gregor como seu irmão e não como um monstro horroroso que atormentava a sua família, perde toda a compaixão e chega á conclusão que eles devem se livrar dele.
No passar do tempo, o autor fala várias vezes sobre a maçã apodrecendo em suas costas, o que é retratado com um sentido simbólico como o ódio de sua família por ele. Depois de certo período, a maçã causa a morte de Gregor. Logo depois de Ana acabar de limpar o quarto do falecido, a família sai da casa feliz. Já não pensavam na morte de Gregor e viam certa esperança em um futuro próximo, em que poderiam comprar uma casa mais confortável.
Também se mostra interessante que, durante a história, Kafka mostra três períodos da relação da família perante Gregor. No primeiro, ela sente medo; no segundo o aceita, mas o esconde do mundo; já no terceiro, o odeia, o vê como um peso desnecessário e quer se livrar dele.
Fonte: Wikipédia
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Agents of SHIELD
Shield (aportuguesadamente falando, significa Quartel General de Divisão, Intervenção e Espionagem Internacional) é uma agência com a missão de proteger a população da Terra das ameaças das organizações criminosas e até de invasões alienígenas.
O personagem principal é o agente Coulson (Clark Gregg). E ele é simplesmente genial. Sempre sabe o que fazer, mesmo nos momentos de maior adversidade. Tem um humor peculiar, assim como um grande coração. Skye (Chloe Bennet) aparece como fio condutor da história.
Vale a pena assistir. Tem muita ação, aventura, traição e risadas.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Um ano louco
SER PROFESSOR
Meu primeiro grande desafio foi ser professor.
TRABALHAR EM UM HOSPITAL
DIRETOR DE SINDICATO
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
O sorriso da alma
O sorriso é a parte mais bonita de um ser humano. É a demonstração pura e sincera da transcendência da alma. É uma obra de arte que não se cansa de admirar.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Faça, mas faça agora
Do lado de fora da casa, estava a dona. De pijama, descalça e apavorada. O primeiro voluntário recebeu, do capitão, a missão de salvar o cachorro da senhora. Se Mark tivesse chegado 10 segundos antes, ele teria essa tarefa.
- Mas, capitão... sapatos?
O mundo está cheio de falantes, mas está carente de quem faz a diferença. Melhor do que falar, é fazer. E o melhor tempo para isso é agora. As pessoas não precisam de explicações ou desculpas, precisam de ações.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Ser professor
Ser professor é muito mais do que apenas repassar os ensinamentos escritos em um livro ou atribuir notas mediante o desempenho dos alunos. É compreender as dinâmicas que envolvem o universo dos estudantes. Notar as dificuldades que cada um apresenta, e a forma que essa resistência ao novo é exteriorizada, seja pelo grande número de faltas, por sempre chegar atrasado ou pela apatia durante as atividades propostas.
A missão do professor é fazer o diagnóstico precoce corretamente e realizar o tratamento capaz de reverter essa situação. Mas, para diagnosticar o problema, é preciso fazer uma autoavaliação. De que forma o conhecimento tem sido compartilhado? Será que os recursos utilizados estão em conformidade com o conteúdo proposto e com a necessidade dos estudantes?
Em um mundo cada vez mais dinâmico e tecnológico, ser professor torna-se mais complexo e desafiante. E um desses desafios é tornar as pessoas melhores. É oferecer a oportunidade de mudança e crescimento.
O melhor aluno não é o mais inteligente. É o mais esforçado. É o que mostra sede de conhecimento. Aquele que participa, que propõe. Que ensina, também. É aquele que gera discussão. E o melhor professor é aquele capaz de incitar tudo isso. Aquele que sabe no que é importante investir tempo. É aquele que não transforma o mundo, mas que ajuda as pessoas a transformá-lo.
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Amor e perdão
O herói só é herói porque existe o vilão.
E, há coisas na vida, que só se tornam verdadeiras por estarem acompanhadas por outras.
Em se falando de herói, o que seria de Batman sem Robin, ou Robin sem Batman?
O amor está carregado de perdão. Só há amor se houver perdão. Não há perdão sem amor.
Muitos dizem que amam, mas poucos perdoam.
Amar pressupõe superar todos os defeitos do outro e, mesmo passando por todos os contratempos, não deixar que os diversos fatores altere seus sentimentos.
Amar no bom, é fácil. Na dor, insuportável. Na convivência, um chute no culhão.
segunda-feira, 25 de maio de 2015
O aplauso da maioria nem sempre é bom sinal
terça-feira, 7 de abril de 2015
A arte de contar boas histórias
Histórias capazes de emocionar, de despertar interesse, de provocar reflexão.
Jornalista é quem vê o que os outros não veem. É quem conta o que não querem que conte.
Não é, apenas, relatar um fato qualquer. É transmitir algo surpreendente.
É aprofundar-se na História, resgatar o passado. É se antecipar ao futuro, prever o amanhã. É indignar-se com a injustiça, com a desigualdade.
Jornalismo não se contenta com superficialidades, com banalidades...
Jornalismo é independente. Jornalista, também. A não ser quando toma o lado da população. Aliás, esse é o único partido do jornalismo: a sociedade.
Jornalista é aquele que sente a dor do outro e age para que outras pessoas não passem pela mesma coisa.
Jornalista tem que se indignar com os fatos. Não pode ver as coisas erradas e continuar inerte a elas. Não é preciso corrigir as coisas, mas é necessário mostrá-las.
Jornalismo é feito de conteúdo. E o melhor conteúdo que um jornalista pode ter é a verdade. Nada, além da verdade, importa.
Jornalismo é investigação. E investigação nada mais é do que apurar os fatos. Fatos esses que contam a história da humanidade e ajudam a formar a consciência crítica de uma comunidade em determinado espaço de tempo.
Ao contar histórias embasadas na verdade e na ética, o jornalista terá a consciência tranquila ao deitar. E, com essa consciência, é que vai lutar por valores que orientem o aperfeiçoamento da sociedade, como liberdade, igualdade e respeito.
7 de abril, o Dia do Contador de História, vulgo Jornalista.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Transporte público no Brasil
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Política de torcedor
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
#LQL – Cinza e Osso
Aproveitei o domingo chuvoso para concluir Cinza e Osso. Agora que concluí, penso
que talvez teria sido melhor fazer outra coisa. O livro, antes de tudo, é
extenso. Não por ter 448 páginas, mas pelo fato de John Harvey não conseguir
desenvolver de maneira satisfatória e ritmada a história. São muitos detalhes
desnecessários que – em boa parte - ao invés de ajudar a contextualizar a
narrativa e agregar fatos interessantes, quebram a sequência e empacam a
leitura.




